Carolyna Aguiar

DATA DE NASCIMENTO:

24/01/1970

NACIONALIDADE:

Brasileira

ONDE ENSINA A TÉCNICA

Em casa, na NOS Escola, on-line.

TELEFONE:

+55 21 99464-2519

INSTAGRAM:

@carolynaaguiar

Atriz, bailarina, preparadora corporal, performer e produtora cultural.

Formada na Escola e Faculdade Angel Vianna de Dança Contemporânea, em várias modalidades de Hatha Yoga e recém formada na Estar, Escola da Técnica Alexander do Rio de Janeiro.

Atua no teatro e na televisão desde 1988.

Foi dirigida por grandes nomes, como Sérgio Britto, Domingos de Oliveira, Paulo José, Mauro Rasi, Luiz Arthur Nunes, Eduardo Wotzik…

Em 1993 ganhou 2 prêmios de atriz revelação por sua atuação na novela Fera Ferida de Aguinaldo Silva. Sua última novela foi “Totalmente Demais”, de Rosane Svartman e Paulo Halm, direção de Luiz Henrique Rios, em 2015.
Atuou no grande sucesso de Mauro Rasi, na sua peça “Pérola”, de 1995 a 1999.
Dançou no espetáculo “Terras” na Companhia de Esther Weitzman, eleito o melhor espetáculo de dança contemporânea do Rio de Janeiro em 1999/2000. Voltando a dançar na Companhia em 2018, no espetáculo em comemoração aos 20 anos de sua existência, “As historias que inventamos sobre nós”, ganhador de diversos prêmios.

Foi conselheira e professora de expressão corporal por 10 anos da Associação Revivarte, que levava o ensino de arte, pedagogia e psicologia, para adolescentes do ensino médio público do Rio de Janeiro, de 2000 a 2010.
Como produtora idealizou, realizou e atuou em diversos projetos:
A peça infantil “O conto da ilha desconhecida” de José Saramago, direcao e adaptação de Bel Kutner e Maria Clara Mattos, em 2008. Por esse trabalho foi indicada ao premio de melhor atriz de teatro infantil e a peca recebeu os prêmios Zilka Salaberry de melhor direcao e trilha sonora.

A peça teatral “A Carpa”, de Denise Crispum e Melanie Dimantas, com direção de Ary Coslov, em 2012.

O filme “Meus dois amores” de José Carvalho, adaptado de um conto de Guimarães Rosa, com direção de Luiz Henrique Rios, em 2015.

A Instalação Performática- Dsí , da coreógrafa , Ana Vitória, no galpão do Jardim Botânico, em 2016. Um trabalho de auto-performance, tese de doutora de Ana Vitória e baseado na Estruturação do Self, processo terapêutico criado pela artista plástica Lygia Clark.

A peça teatral “A Guerra não tem rostos de mulher”, de Svetlana Aleksiévitch, direção de Marcello Bosschar, com a premiada tradução de Cecilia Rosas, em 2017 e 2018. Foi eleita uma das cinco melhores peças teatrais de 2017 pela Folha de São Paulo e recebeu ainda as indicações de melhor elenco e iluminação no prêmio Aplauso.

O monólogo “Lygia”, de Maria Clara Mattos, uma adaptação feita a partir dos diárias da artista plástica Lygia Clark, com direção de Bel Kutner e Maria Clara Mattos, em 2019. A peça realizada dentro de uma exposição da artista e ganhou o prêmio de melhor exposição individual do Brasil de 2019. Uma produção em parceria com a Associação O Mundo de Lygia Clark e a OM.art.

O filme “Lygia”, a partir do espetáculo-exposição, a equipe da OM.art, junto com Oskar Metsavat, criaram uma filme e um documentário do processo, lançado pelo Canal Curta em 2020.

O video dança do projeto O Real Resiste, @realresite , em 2020. Cinco companhias de dança, com cinquenta bailarinos, em cinco praças do Rio de Janeiro. Curadoria de Esther Weitzman, música composta por Julio Fejuca e Ricardo Morais e direção de video de Fabian Cantieri. A produção foi uma parceria com a Múltiplo Espaço de Arte.

Apoiou @jornaluau , www.youtube.com/jornalua do casal de atores, Li Borges e Alex Nader, que compartilha ações sociais que precisam de adesão, em 2020.

A video-instalação, DSÍ-embdyment, de Ana Vitoria, com direção cinematográfica de Ana Vitória e Leticia Monte, fotografia de Toca Seabra, em 2021. Produção em parceria com a Produtora de Cinema Espiral e apresentada pela Pinakotheke.

ONDE FEZ O TREINAMENTO:

• Meu treinamento foi na Estar, Escola Da Técnica Alexander do Rio de Janeiro.